terça-feira, 26 de julho de 2011


Seneya Migues
Cuide da saúde do corpo e da mente, reiki,equilibrio dos chacras,cromoterapia e cristais estão inclusos na promoção.

Fotos do mural
PROGRAMA VERÃO O ANO INTEIRO,PROGRAMA DE CELULITE,REDUÇÃO DE MEDIDAS E FLACIDEZ CORPORAL OU FACIAL,TRATAMENTOS INOVADORES,RÁPIDOS E CONJUGADOS CORPO E ROSTO.PREÇOS PROMOCIONAIS ATÉ 28.07.2011 1...Ver mais

sábado, 23 de julho de 2011

Ótima mensagem.....valeu.

Espero que você esteja tendo um ótimo dia. 

Nesta carta, quero que você experimente fazer uma coisa e veja 
quão poderosa ela é...


É uma coisinha que você pode fazer de modo diferente e que 
faz toda a diferença do mundo... 

Mas, antes, quero lhe contar sobre um homem bêbado cuja 
história tem haver com o que vou lhe ensinar... 


Estou falando do bêbado que estava desesperadamente procurando 
a chave do carro debaixo de uma luz, tarde da noite em um 
estacionamento. 


Uma pessoa passou e perguntou o que ele estava procurando. O 
bêbado então disse: "Estou procurando pela chave que eu perdi 
naquele beco escuro do outro lado do estacionamento". 

Quanto o passante perguntou porque ele estava procurando ali 
então, ele respondeu: "Porque aqui está mais iluminado!" 


Às vezes não é o esforço que empregamos na nossa busca mas 
sim a forma como buscamos é que faz toda a diferença... 


Ao se deparar com obstáculos, algumas pessoas se perguntam 
coisas com um certo padrão...por exemplo: 


"Por que é que toda vez em que eu quero... (seja lá o que for), 
isto acontece comigo?! 

E assim por diante


Você consegue identificar o padrão aqui, não? 

O padrão é sempre algo como:
"Por que é que...(algo negativo)...?"

Você deve saber Seneya, que estamos sempre em busca 
da resposta certa...

Nós fazemos uma pergunta e passamos um tempão ou mesmo a vida 
inteira em busca da resposta...

Mas nós nunca duvidamos da pergunta em si...

Nós simplesmente presumimos que existem respostas certas e 
erradas, mas raramente suspeitamos de que possam existir 
perguntas certas e erradas também... 


Através da História, aqueles que alcançaram as maiores coisas 
foram os que se fizeram as perguntas certas...

Fazer a pergunta certa é de longe mais importante do que 
buscar pela resposta... 

Então, sempre que você buscar a resposta a uma pergunta e não 
obtiver sucesso, experimente questionar a pergunta! 

Às vezes ao mudar um pouco a pergunta você pode encontrar a 
resposta...

A mente humana é extremamente poderosa, mas a chave para 
desencadear este poder é a "pergunta certa"...

Não importa quão importante seja o computador, se você não 
usar a senha correta, você não poderá acessar este poder.

Você se lembra do que eu disse nas cartas passadas, sobre 
como reformular uma pergunta pode transformar a negatividade 
em positividade, fácil e rapidamente? 

A sua mente subconsciente sabe a resposta a muitos dos seus 
problemas, se não todos eles... 

Afinal de contas, ele vem colecionando e armazenando 
informações durante toda a sua vida, esteja você conseciente 
disso ou não... 

Porém,

Para ter acesso a este imenso arsenal de soluções, você 
necessita usar a pergunta certa... 


Isso aí, Faça a "Pergunta Certa" e você receberá "A Resposta"... 

Mas, COMO você pode mudar as suas perguntas para obter as 
respostas que precisa?

Eu quero que você pense nisso por um momento...antes de eu lhe 
contar como fazer nas próximas cartas... 

Aprender a reformular as suas perguntas pode ser uma das 
maiores coisas que lhe ajudam a mudar a sua vida.



Desejo-lhe toda a felicidade, 

sexta-feira, 22 de julho de 2011


: APOMETRIA :: [Image] APOMETRIA - A MEDICINA DA ALMA
Dárcio Cavallini


A ORGNIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE RECONHECEU A “OBSESSÃO ESPIRITUAL” COMO DOENÇA DA ALMA E FEZ CONSTAR DO CID – CÓDIGO INTERNACIONAL DE DOENÇAS – ITEM F 44.3

O QUE É?

Apometria é uma técnica para tratamento de distúrbios espirituais, denominada “a medicina da alma”, desenvolvida por médicos Gaúchos, para tratamento de distúrbios psicológicos e distúrbios espirituais, através do desdobramento dos corpos sutis da pessoa.

PARA QUE SERVE?
É um procedimento terapêutico eficiente no tratamento dos diversos distúrbios psicológicos com elevado índice de cura em pacientes diagnosticados com depressão, síndrome do pânico, transtorno afetivo bipolar, fobia social, transtorno obsessivo compulsivo, ansiedades, medos, traumas, possessividade, rancor, vícios.

Para tanto, é feita uma limpeza espiritual profunda através de procedimentos apométricos de desobsessão, tirando do assistido, qualquer tipo de implantes, miasmas, magias negras, bactérias ou larvas astrais, pensamentos negativos e, principalmente, entidades obsessoras trevosas, conhecidas como magos negros.

QUANDO É UTILIZADA?
Uma simples tristeza sentida por tempo prolongado já considerada uma doença e deve ser tratada antes que se torne uma depressão profunda. O estresse, desânimo, insônia, falta de interesse pela vida, perda da capacidade de realização, irritabilidade constante são sintomas que indicam o princípio de um distúrbio de ordem espiritual que, se prolongado, poderá se transformar em doença diagnosticada pela medicina tradicional como distúrbios psicológicos.

QUEM PODE UTILIZAR?
Não há limite de idade, sexo, situação social ou religião para ser tratado por apometria. Basta que o indivíduo se permita. O tratamento, via de regra, é feito in loco, mas pode também ser feito à distância, dependendo do caso.

QUAIS OS BENEFÍCIOS?
Para o Dr. José Lacerda de Azevedo, sistematizador da Apometria, a obsessão espiritual ou a auto-obsessão são distúrbios generalizados nos tempos modernos que podes ser curados. Entretanto, como ocorre em toda terapêutica espiritual, é fundamental que a pessoa faça a sua parte. A reforma íntima começa com uma profunda reflexão sobre nós mesmos: temos medo de que a crise tire o nosso emprego? Brigamos com facilidade porque temos dificuldade para aceitar o diferente, porque o outro não concorda com nossas opiniões?

Ideias fixas, preocupações, discriminação e críticas constantes podem ser indícios de comportamentos obsessivos que devem ser tratados. Por isso é importante conscientizarmos de como eles ocorrem no dia a dia, para que possamos abrir as janelas para a compreensão e para a empatia universal.

A MELHOR MANEIRA DE COMBATERMOS A DOENÇA É A PESSOA ESTAR SEMPRE NO BEM.
Dárcio Cavallini
Empresário e Terapeuta, com cursos de especialização em diversas filosofias holísticas. Atua na área terapêutica com atendimentos individuais, grupos, ambientes comerciais e industriais, e ministra cursos voltados para expansão da consciência do ser há mais de 10 anos.

www.institutobiosegredo.com.br
darcio@institutobiosegredo.com.br
(11) 2528-2800 – São Paulo
Rua Ambrosina de Macedo, 96[Image] 

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Cansei, não: decidi agir

Leila Navarro


Autoajuda


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Cansei, não: decidi agir


Depois de passar algumas semanas fora do país, retornei ao Brasil e fiquei sabendo que havia por aqui um movimento chamado “Cansei”. “Cansei da impunidade”, dizia a propaganda de televisão. “Cansei do caos nos aeroportos”, dizia o anúncio de jornal. Aqui e ali eu também via pessoas que pegavam a onda do “cansei” e se queixavam de situações da vida pessoal: “cansei do meu trabalho” ou “cansei dessa falta de dinheiro”.

O tempo passou e a impressão que tenho é que as pessoas cansaram do “cansei”. Não pretendo aqui discutir o mérito do movimento, quem apoiou e quem deixou de apoiar, nem desejo criar caso com os idealizadores da campanha, que merecem meu maior respeito.

O que me chama atenção é a palavra usada para expressar o descontentamento com uma situação, seja ela da vida pública ou privada: “cansei”. O quanto poderia ir longe um movimento de pessoas que se dizem cansadas? Eis a questão.

Para demonstrar indignação, paciência esgotada ou inconformismo com alguma coisa em minha vida, sinceramente, eu não diria que cansei. No meu entender, dizer-se cansado é entregar os pontos, jogar a toalha no ringue, reconhecer-se impotente para mudar algo que incomoda. “Cansei” tem mais a ver com desistir do que com lutar. Traduz resignação, não atitude.

E como parece que tem gente cansada neste mundo! O que mais vemos são pessoas que reclamam das adversidades da vida e desistem de seus objetivos ao encontrar obstáculos que consideram incapazes de superar.

Talvez por isso, na área do desenvolvimento humano, venha sendo tão enaltecida ultimamente a resiliência, a capacidade de atravessar crises e dificuldades sem se entregar, sem abrir mão daquilo que se deseja, sem se desestruturar.

Estudiosos do comportamento humano têm investigado por que certas pessoas (a minoria) têm essa capacidade, enquanto outras (a maioria) não têm.

Estudam a psique e o modo de vida de gente “dura na queda”, que, por exemplo, vai à falência nos negócios, mas dá a volta por cima e logo já está abrindo outra empresa; perde tudo em guerras ou catástrofes naturais, às vezes até a família, e recomeça a vida; sofre acidentes ou doenças gravíssimas e, contrariando todos os prognósticos médicos, consegue recuperar-se.

O mais recente exemplo de que tive notícia é o da carioca Kristie Hanburry, de 38 anos. Quando tinha apenas 17 anos e iniciava uma promissora carreira de modelo, ela tropeçou enquanto corria e bateu violentamente a testa em um portão de ferro. Teve edema cerebral, fraturou a 3ª. e 5ª. vértebras e ficou tetraplégica. Qualquer pessoa se sentiria brutalmente injustiçada e impotente nessa situação, mas Kristie não admitia a possibilidade de passar o resto da vida em uma cama.

Com um intenso tratamento de fisioterapia, foi recuperando os movimentos dos membros aos poucos e voltou a andar dois anos e meio depois do acidente . Atualmente é jogadora de pólo e fundadora da primeira equipe feminina dessa modalidade no Brasil.

Os estudiosos tentam entender o que torna as pessoas resilientes: se é um fator genético, o ambiente familiar e social, o perfil psicológico ou o sistema de crenças do indivíduo, por exemplo.

A impressão que dá é que essa capacidade de atravessar graves crises e reorganizar a vida é considerada um traço incomum, um “plus” que alguns possuem. Mas eu me pergunto: será que não se trata de um potencial que o ser humano de fato tem, mas nem todos usam? Penso que pode ser isso.

Se observarmos a Natureza, veremos que todos os seres vivos, desde os mais elementares, têm a capacidade de se adaptar a mudanças, sobreviver a crises e se reorganizar.

Vírus e bactérias mutam para resistir a ambientes hostis. Plantas brotam depois de ter os galhos cortados. Animais migram quando as condições do habitat dificultam sua sobrevivência.

Enquanto ser biológico, o homem não destoa da Natureza: seu organismo reconstitui tecidos, seu cérebro recupera as funções executadas por uma área que foi lesionada, seus demais sentidos se aguçam para compensar a perda da visão...

Enquanto ser racional, porém, o homem reclama! Ele tenta de todas as maneiras controlar o ambiente ao seu redor, tornar a vida segura e confortável, fazer do futuro algo previsível. Então, quando as coisas não acontecem do jeito que espera, quando se depara com obstáculos para atingir seus objetivos, enfrentar problemas ou situações desestabilizadoras, é um drama! Ele encara essas circunstâncias como ameaças à sua estabilidade e vontade e protesta, e esperneia, e reclama...

Só que isso não produz nada, a não ser desperdício de energia. O homem por fim se cansa, se resigna com a situação e “deixa prá lá”. E tudo continua como está.

Como seres racionais, na verdade, o que deveríamos fazer ante a adversidade ou a crise é nos perguntar: “Por que estou passando por isso? O que essa situação pode me ensinar?” Porque enquanto os outros seres vivos sobrevivem e evoluem por sua própria natureza, devemos fazê-lo por vontade e consciência.

Não gostamos de adversidades, problemas e crises porque eles desestabilizam nossa vida, interrompem nosso curso e trazem desconforto e dor. E se há alguma coisa que tentamos a todo custo evitar é a dor! É para não torná-la mais intensa que muitas vezes evitamos de ir fundo nas causas dos nossos problemas ou atravessar nossas crises.

Tentamos nos convencer de que “isso não tem jeito mesmo” e entregamos os pontos. A dor continua lá, incomodando, mas vamos tentando conviver com ela, nos distraindo com outras coisas para ver se quem sabe ela passa...

Mas será que passa? Em nosso íntimo, sabemos que não. O problema que resistimos a resolver se agrava, a crise que tentamos ignorar se aprofunda... Chega um momento em que a situação fica insuportável e somos obrigados a tomar uma atitude. Por isso, em vez de dizer que cansei, prefiro partir logo para o “decidi agir”. Quanto mais cedo tomarmos uma atitude com relação ao que nos prejudica ou incomoda, melhor.

Se você está cansado de uma situação incômoda de sua vida, olhe para ela. Que sentimentos ela

provoca em você? Que prejuízo está lhe trazendo? Que aprendizado ela pode lhe proporcionar? Que atitude você deve tomar para acabar com isso logo? Coragem, sacoda esse cansaço. Decida agir.

Por Leila Navarro, palestrante.

quinta-feira, 14 de julho de 2011


Isso aí, para todos vocês da Baixada Santista, temos um novo endereço:

Rua Carvalho de Mendonça, 772 Casa 2 - Marapé – Santos
Próximo canal 1 – Ônibus: 7 / 13 / 77 (referência: Empório Nova Geração)

Tel. do local: (13) 3225-6748 – Seneya
Central da Ordem: (13) 4062-9050 - Andrew

domingo, 3 de julho de 2011


Leila Navarro

Autoajuda

Lidando com pessoas difíceis


No ambiente de trabalho, é muito comum termos dificuldades de relacionamento com algumas pessoas. Pode ser um chefe arrogante e autoritário, que trata a todos como se fosse o dono da verdade.

Um cliente grosseiro, que fala conosco como se estivesse fazendo um grande favor. Pode ser um colega com quem divergimos o tempo todo e nem precisa abrir a boca para nos tirar do sério.

Ou o gerente de outro departamento, que não está nem aí para a urgência de nossos projetos e demora séculos para assinar uma folhinha de papel. Se pelo menos fosse possível evitar o contato com “aquela” pessoa... O problema é que temos de nos relacionar com ela, trabalhar com ela, vender para ela. Como fazer, então?

Não é fácil lidar com pessoas que colidem conosco, são mal-educadas, negativas, cabeça-dura ou antipáticas, mas é possível, e a primeira coisa a fazer é não entrar na sintonia delas. Procure pensar assim: se a pessoa é arrogante, pessimista, provocadora ou seja lá o que for, o problema é dela. Você não tem nada a ver com isso!

Cada um é como é, fazer o quê! Assim, durante a conversa, mantenha a consciência de quem você é, o que quer e o que não quer. Sinta seus pés no chão, mantenha atenção à respiração e converse com calma. Pense antes de falar, evitando disparar reações automáticas, mantenha o controle emocional e o discernimento. Tente e não se deixar “contaminar” pelo astral do outro e a conversa pode fluir muito melhor!

Caso você não consiga manter o equilíbrio e acabe ficando alterado, com vontade de esganar o sujeito, relaxe com a terapia da risada: ela é ótima para amenizar situações de tensão e raiva.

Quando você estiver sozinho, faça o exercício de rir de boca fechada, deixando o som da risada ecoar por todo o corpo. Rir por dentro pode parecer coisa de maluco, mas tem lá sua lógica, pois as vibrações do riso têm a propriedade de combater as tensões. A propósito, o riso de boca aberta tem o mesmo efeito.

Pode ser que, nos encontros seguintes, você tente não entrar na sintonia da pessoa difícil, mas não consegue evitar de bater de frente com ela. Então fica nervoso de novo e tem de relaxar mais uma vez . Poder ser que a situação se repita várias vezes, mas uma coisa é certa: no decorrer do tempo, algo pode mudar.

Se você verdadeiramente persistir na idéia de manter o equilíbrio, sem perder de vista o que realmente quer e o que não quer, perceberá que a outra pessoa o afeta cada vez menos.

Na verdade, o relacionamento com pessoas que parecem atrapalhar nossa vida nos traz uma grande oportunidade de auto-aperfeiçoamento, pois o que nos incomoda nos outros é justamente o que não apreciamos em nós. Dizendo a mesma coisa de outro jeito: os defeitos que vemos no outro são os mesmos que nós temos. Compreende? Suponhamos que você tenha dificuldades para se relacionar com uma pessoa extremamente competitiva, que deseja mostrar que é a melhor em tudo o que faz.

No fundo, no fundo, você fica incomodado porque também é competitivo e não quer se sentir inferior a ninguém. Faz sentido, não faz? Se não fosse competitivo, não daria a menor bola para a mania de "aparecer" dos outros. Simplesmente trataria com eles da melhor forma possível e depois diria a si mesmo: “Eu, hein??”

A dura verdade é que os outros nada mais fazem do que refletir o nosso próprio interior, apontando os aspectos da personalidade que precisamos trabalhar. Quer saber de uma coisa? Deveríamos mesmo é agradecer às “pessoas difíceis” de nossa vida, pois, mesmo sem querer, elas estão nos ajudando a crescer.

Por Leila Navarro, palestrante.



sexta-feira, 1 de julho de 2011